sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A Metamorfose Do Jack Matador Do Brasil


Impérios, donos do mundo, reis momos, enganação do poder, do Império que U.S.A e abusa dos pequenos-grandes novos burgueses, com suas propriedades e chaves secretas, tão secretas que levam ao abismo da Casa Branca, que não abre mas deixa no limite quem nunca foi Branco, nunca foi Americano, nunca foi Rico, nunca sentou na mesa com verdadeiros bancos. Se o português é macarrônico e o inglês é the spaghetti incident, não passa de sopa rala, culinária romana, que não deu nem pra Alexandrinos estômagos no tabuleiro europeu quanto mais para nordestinos, mulatos, Jack Daniel’s de beira de estrada, pistoleiros do velho oeste. O mundo tem dono nãodono, nãodano, cobrando, avançando no seu dano, e tão pouco se lixando pro corte da carne, pro preço dela no carnaval cotidiano, do adeus à vida, a quem criou o Emicida, o Criolo, no extenso campo de concentração de quem te treina, condiciona, desde o café da manhã, com Bom Dia Brasis, sem Mc’s, com Mcdonalds, conto da carochinha, patetas delações premiadas, até o Boa Noite Brasis diário, conto do vigário, que é geral. E todo dia sai pela boca “Jack, JaJack, JaJack, Jack matador!, Matador matador, ma, matador,
Matador matador, ma, matador” Arrotos do Jeca Tatu do Shopping Vitória, cavernal plantão de quem tem de ficar ligado no que tá rolando, enquanto a Casa Branca dorme em paz. Mas e se o Jack ou Jeca resolvesse plantar e colher os Brasis, para dar os frutos brasileiros? Certamente não teríamos mais a divisão entre campo e cidade, entre poder e simplicidade, e tudo seria bom pra chuchu, vivim da silva, com macarrão, espaguete, e prato cheio em toda casa, e dá palavra, onde todos teriam lugares nos bancos e ninguém enfrentaria fila, nem nos hospitais, com mais médicos na porta de casa, com medicina preventiva, e tudo seria vivo, sem palavra, pra muita lavra, curtição (sonzeira do silêncio).

23 de Outubro, 2014.

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